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domingo, 10 de fevereiro de 2013

Once upon a time, a few mistakes ago


  Para um copo cheio, um pingo é muita coisa. Pode ser mais que o suficiente.
  Engraçado isso. Amor se torna angústia quando a gente guarda só pra gente. Quando foi que me perdi assim? Talvez saiba, mas prefiro fingir que não. Eu me preferia quando não me importava, quando só agia por mim. Um coração duro? Que seja! Eu estava feliz.
  Tímida. Reservada. Dificuldade em demonstrar afeto. Algumas de minhas características, que por muitas vezes tornam-se defeitos. Mesmo assim tento superar, passar por cima e melhorar. Deveria ser por mim, mas não era. Era. Porque eu cheguei ao extremo, ao limite, e não é a primeira vez que chego a esse limite, mas sempre faço do impossível possível, por mais que me machuque um pouco no caminho, por mais que eu perca um pouco de mim no caminho. Todos nós perdemos. Mas existe a necessidade, nesse processo, ao perder uma coisa, de encontrar outra para colocar no lugar. Meu impasse. Não encontro nada para colocar no lugar. Às vezes percebo que sou a única que está lutando para que tudo dê certo, a única que está se importando em ir atrás. E não recebo nada, nenhuma ajuda. Nenhum dedo é movido para mudar nada. "Se o sentimento é mesmo verdadeiro, ele deveria estar ao seu lado." E eu já fiz muito, já me machuquei demais. Cansei de dormir chorando. Cansei de sentir o salgado das lágrimas que correm em meu rosto. Todas as noites peço a Deus que me mostre se estou no caminho certo, e se eu não estiver. Não importa o que eu tiver que mudar, eu irei.
  O modo com que organizo minhas palavras parece que apenas me refiro a relacionamentos, mas não. Minha vida toda eu tive encontros com pessoas assim, quando as coisas se tornam pesadas, elas dão um passo a atrás. Ou não fazem nada, não saem do lugar. Necessito de atitude, de certeza. Como? Demonstrando. Não sabe? Supere-se. Surpreenda-me. Já me doei demais e não recebi nada em troca. E não irei cobrar nada, porque "se preciso correr atrás de alguém para que ele seja seu, então essa pessoa talvez não seja a certa.''

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Let it go.

  Cansada. Exausta. Mas feliz porque essa primeira etapa já passou. Confio que eu tenha me saído bem, mas se não for o caso, paciência e mais estudo.  Mas apenas pensamentos positivos. Me saí muito bem, e vou passar! E agora continuar estudando para a próxima fase.

  Eu estava em um momento, o qual denomino automático. Estava deixando tudo passar, sem dar muita importância. Inclusive as coisas que me incomodam. Mas agora algumas dessas coisas acordaram em meu consciente, e estão a me perturbar. Cobrando-me soluções e atitudes. Estou com esses assuntos na cabeça. Assuntos dos quais eu estava deixando-os guardados para depois serem resolvidos, se possível.  E agora eles me gritam. Não sei o que fazer, ou como resolve-los. Talvez a melhor maneira seja através de uma conversa. Conversar sempre é a melhor solução. Gostaria conseguir me expressar muito bem na fala. Mas fico confusa, e acabo não chegando conseguindo mostrar meu raciocínio, não chegando assim ao meu propósito.
  E se a conversa não resolver? Terei que tomar atitudes, atitudes que considero irreversíveis. Atitudes que eu não quero que sejam necessárias. Porque não me farão bem, e eu já tenho diversas coisas me fazendo mal, e não preciso de mais uma. E não sei se suportaria a saudade. Talvez até suportasse, mas não nesse momento. Esse não é o momento certo.
 É, vou tentar deixar pra lá.